segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Olhos de Luar






Olhos De Luar Chrystian e Ralf

                                                    
Tião era um mulato forte, alegre e destemido
Nasceu do amor feito na terra em meio a plantação
Pegava no cabo da enxada e campeava o gado
Tristeza era coisa que não se via do seu lado
Depois da roça ia pra venda, um copo de cachaça
Cantava, tocava viola e fazia graça
O peito largo, o riso claro, amigo dos amigos
Não tinha medo de ninguém, zombava dos perigos
Um dia ele sentiu no rosto
Os olhos de luar da filha do patrão
E um doce amargo alegre e triste entrou no coração
Tião não era mais o mesmo desde que sentiu o brilho desse olhar
Sentiu pela primeira vez vontade de chorar
Mas o feitiço do olhar entrou feito veneno
O olhar da filha do patrão no seu corpo moreno
Ah! Esse olhar tinha mais luz que o sol do meio-dia
A tentação era mais forte ele não resistia
Um dia ela chegou mais perto um raio de esperança
Um homem quando ama fica assim meio criança
E ele então falou de tudo aquilo que sentia
Pediu desculpas por amar assim quem não devia
E uma lágrima rolou dos olhos de luar da filha do patrão
Seu rosto branco avermelhou na força da paixão
Então o céu chegou na terra quando o amor existe fica tudo igual
E o amor aconteceu no meio do canavial
Mas o orgulho do patrão ainda era mais forte
A honra se lava com sangue, uma jura de morte
O fruto desse amor não pode ver a luz do dia
À noite o som de um tiro e um corpo cai na terra fria
Mas tudo que aqui se faz aqui também se paga
A mancha do sangue na terra nunca mais se apaga
Por sete anos nada mais nasceu naquele chão
E a noite escureceu de vez os olhos do patrão
Mas quando é noite de luar
Tem gente que já viu em meio à plantação
Um negro levando um menino louro pela mão
Os dois correndo pelo campo vão deixando um rastro de luz sem igual
O rastro de um amor no meio do canavial
O rastro de um amor no meio do canavial




Resposta da Lista de exercícios I (do blog)

                                                      Professora Janaína Bomfim


01.Classifique as orações substantivas abaixo em completiva nominal ou objetiva indireta.


a) Aqui ninguém duvida de que marmota existe. (Rachel de Queiroz)
                                               objetiva indireta

b) Precisava de que um colega o ajudasse na hora da prova.

                          Objetiva indireta

c) Fabiano tinha a certeza de que não se acabaria tão cedo. (G. Ramos) CN
                                                  Completiva Nominal


d) Essas ocorrências servem para prevenir a população de que nunca estamos seguros no grandes centros urbanos.                                                                
                                                                               Objetiva indireta


e) O lazer não deve estar restrito á ideia de que se possa viajar à praia ou ao campo durante as férias.                                                                     
                                                                    Completiva Nominal


02. Classifique as orações substantivas abaixo em subjetiva ou objetiva direta.



a) É verdade que parte da imprensa aumentou muito o noticiário acerca da delinquência. (Folha de S. Paulo)                               
                                       subjetiva

b) Sabia eu que não devia colar na prova do concurso. 
                              Objetiva direta


c) Constava também que Aurélia tinha um tutor. ( J. Alencar) 
                                      Objetiva direta


d) Aqui, não: sabe-se que cada um traz a sua alma. (M. de Assis) 
                                        objetiva direta

e) Sinhá Inácia que lhe diga se não chorei muito... (M. de Assis)

                                                 objetiva direta

03. Classifique as orações substantivas abaixo:


a) Tenho certeza de que aqui é o meu lugar. (Clarice Lispector) 
                               completiva nominal

b) Edu não entendeu se falavam com ele ou com a colega de trás.

                                        objetiva direta

c) Pareceu-me que o mundo se tinha despovoado. (G. Ramos)  Subjetiva

                               subjetiva

d) Karl Marx acreditava em que a barbárie era a ausência de socialismo. (J. da Tarde)
                                               objetiva indireta


e) A oposição salvadorenha tem consciência disso, / que há uma diferença “fundamental” entre a Guarda Nacional de Somoza e as Forças Armadas de El Salvador como instituição. (Folha de S. Paulo)                                                                                       Apositiva


f) Pensei compreender o que os noivos disseram.

                                            objetiva direta

g) Mas até hoje não sei quem matou a irmã Geórgia. ( F. Sabino)
                                         objetiva direta

h) Não tenho dúvida de quanto fui amado.
                                            completiva nominal

i) Pergunto-lhe quantas horas são. (Drummond) 
                           objetiva direta

j) Consta que nenhum aluno do terceiro ano de 2011 ficou de progressão parcial. Subjetiva
                           subjetiva

k) O vizinho Pires de Melo mandou saber se eu queria barganhar a pele da onça. ( J. C. Carvalho) 
                                                                            objetiva direta

l) É evidente que ninguém pode condenar o governo por gastar dinheiro com saúde pública. (Jornal da Tarde)                                Subjetiva


m) Afinal me convenci de que tudo aquilo eram tolices. (G. Ramos) 
                                              objetiva indireta

n) É quase certo que Alexandre poderá ter o lugar de Lúcio no time.
                                  subjetiva

o) É pouco provável que a economia brasileira caminhe para recessão como a dos anos 80. 
                                       subjetiva

p) Não há dúvida de que Lucas conseguiu um bom negócio.
                                   completiva nominal

q) É sabido que Gabriel queria esfolar-se estudar no intervalo das aulas.
                             Subjetiva


r) Vocês sabem se eles voltarão amanhã? 
                                 Objetiva Direta

s) Urge que todos façam suas matrículas nesta semana.
                                            Subjetiva

t) Ficou provado que o amor faz bem à saúde.
                                              Subjetiva


Vila Bela da Santíssima



Primeira capital de Mato Grosso, a pequena Vila Bela da Santíssima Trindade é um dos municípios com maior potencial turístico de Mato Grosso.

No centro de Vila Bela, estão as ruínas de uma catedral do período colonial. Ela é um símbolo da cidade e constitui o marco de uma história que começa em 1752 .

Naquela época, a descoberta de riquezas minerais na região do Rio Guaporé fez com que Portugal se apressasse em povoá-la, temendo que os vizinhos espanhóis fizessem o mesmo.

Foi, então, criada a Capitania de Mato Grosso e sua capital instalada em 19 de março de 1752 com o nome de Vila Bela da Santíssima Trindade.

 Enquanto foi capital, a cidade obteve um progresso muito grande devido aos investimentos em infraestrutura e incentivos fiscais para os novos moradores.

 No entanto, as dificuldades de povoar a região (distância, doenças, falta de rotas comerciais) e o estabelecimento de um importante centro comercial em Cuiabá acabaram forçando a transferência da capital em 1835. Os moradores abandonaram a região, deixando casas, estabelecimentos comerciais e escravos para trás.


Recados da Profª Thaisa (Educação Física) - Todos os 2°s e 3°C,D,E(Mat.)

Atenção Alunos,

As aulas de Educação Física já estão acontecendo nos horários determinados.

Compareçam com a máxima urgência, pois as FALTAS já estão rolando.

                                         Profª Thaisa

Química - 3º ano

Resenha Profª Janaína Bomfim



Resenha



Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.


Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta. O resenhista que conseguir equilibrar perfeitamente esses dois pontos terá escrito a resenha ideal.


No entanto, sendo um gênero necessariamente breve, é perigoso recorrermos ao erro de sermos superficiais demais. Nosso texto precisa mostrar ao leitor as principais características do fato cultural, sejam elas boas ou ruins, mas sem esquecer de argumentar em determinados pontos e nunca usar expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei”.


Tipos de Resenha


As resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se subdivide em resenha crítica, resenha descritiva e resenha temática.


Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa:


1. Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;


2. Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;


3. Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;


4. Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;


5. Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.


6. Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.


7. Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.


8. Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como “Acadêmico do Curso de Letras da Universidade de Caxias do Sul (UCS)”

2ª Avaliação de Progressão Parcial 2012

Data da Avaliação : 08/5/2012 (Terça-feira)

. Todos os alunos deverão vir uniformizados para fazerem a Prova.

. Não se esqueça que o trabalho (o mesmo Conteúdo da Prova) valerá 3,0 pontos e deverá ser manuscrito ea Prova 7,0 pontos.

. O aluno fará a Prova no horário que ele estudava em 2011:
 
 - Período Matutino : 10 horas

 - Período Vespertino : 16 horas

- Período Noturno : 21 horas